Automação de Marketing e eu: como estou construindo minha carreira um fluxo de cada vez
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mulher usando notebook e smatphone ao mesmo tempo

Automação de Marketing e eu: como estou construindo minha carreira um fluxo de cada vez

Se a ideia de automação e marketing digital ainda parece algo confuso pra você, cheio de termos difíceis e em inglês, eu tô aqui pra te dizer que você não tá sozinho nessa.

Há pouco menos de dois anos, eu não tinha noção do que era lead e muito menos tinha ideia do que fazer com um. E hoje tô aqui, com o meu montinho de conhecimento sobre automação de marketing, te convidando pra caminhar comigo nessa jornada de descobertas no universo do inbound.

Antes de mais nada, deixa eu me apresentar: eu sou a Andressa e hoje sou analista de inbound marketing aqui na Cubo Amarelo – e falo “hoje” porque nem sempre foi assim.

A minha história aqui começou lá em 2019 como social media, fazendo a gestão das mídias sociais dos nossos clientes. Meu trabalho era bem simples: eu gerenciava as publicações, respondia dúvidas, interagia com os leads e por aí vai.

Mas em cada reunião que eu participava surgiam um milhão de termos que eu não conhecia. Todo mundo falando de automação de marketing, landing page, captação de leads, material rico – e eu lá fazendo perguntas e anotando tudo pra pesquisar depois.

Comecei a fazer todos os cursos que me indicavam e quando vi, já tinha me convertido ao inbound marketing. Hoje vou contar um pouco dessa história pra você, e também fazer um compilado do básico que eu aprendi nessa trajetória.

Espero que a minha experiência te inspire e te ajude nesse caminho incrível que vamos trilhar juntos.

imagem com o texto social media escrito com diferentes texturas

Mas o que é Inbound Marketing?

Você consegue imaginar uma estratégia de marketing em que o seu futuro cliente simplesmente bate à sua porta e não o contrário? Pois é, eu também não conseguia. Até então a definição que eu tinha de marketing era mais ou menos “vou te mostrar tanto o meu produto que você vai ter que comprar”.

O inbound marketing, de uma forma bem simplificada, é você ser tão útil para o seu futuro cliente que ele é que vem até você. Por isso o nome inbound, que é o inglês para “o que vem” ou “à caminho”.

Isso ajuda o cliente a identificar seu problema e depois, quando precisar de uma solução, é você quem ele vai procurar. A criação de um laço com a sua marca é inevitável. É o que chamamos de gerar valor.

Percebi que aqui na Cubo o inbound é muito bem trabalhado em todos os seus aspectos. Gerando conteúdo de qualidade, estrategizando fluxos de nutrição via e-mail e trabalhando materiais ricos junto com Landing Pages super otimizadas para SEO.

A estratégia exige que você se importe com as necessidades dos seus clientes. Uma vez que entendi isso, parece que virou uma chave no meu pensamento. Não estou vendendo. Estou ajudando.

notebook aberto sobre a mesa, ao lado há um copo de café e um smartphone

O que eu aprendi sobre aplicar o inbound aplicando o inbound

Primeiramente, você precisa ser visto pelo seu cliente: ter um perfil bem cuidado nas redes sociais e um blog, que vai ser um cantinho cheio de conteúdo seu na internet e fácil de ser encontrado.

Eu reconheço que o processo de desenvolver um bom material vai exigir bastante compromisso da sua parte. Não dá pra gerar conteúdo embasado em achismos. Por isso, você vai precisar pesquisar principalmente sobre:

  • Quais os problemas mais comuns pro meu público?
  • Como fazer com que o Google mostre a minha solução pra ele?
  • Como ter certeza que meu conteúdo está sendo bem lido?
  • Como transformar esses visitantes em pessoas que vão comprar de mim?

Os três primeiros passos você aprende com o Thithi, daqui da Cubo, que escreveu uma trilogia fantástica sobre Estratégias de Conteúdo.

O último passo, porém, é o mais interessante e o que realmente movimenta o inbound. Transformar leitores e pessoas que se identificam com seu conteúdo em clientes. E quando aprendi a fazer isso, minha vida aqui na Cubo Amarelo mudou da noite pro dia.

Como me transformei com a ajuda da Automação de Marketing

mulher usando notebook e smatphone ao mesmo tempo

Existem pessoas que nasceram para produzir conteúdo. Aqui na Cubo são os nossos redatores: seu compromisso maior está com o texto e nada mais.

Eu gosto de escrever, pelo que você já está vendo aqui, mas minha paixão mesmo é o resultado. E é nessa etapa do Funil de Vendas que eu moro: na transformação de visitantes do site para leads.

Vamos partir da ideia de que você já tem um blog bombando em visualizações. O seu conteúdo tá chegando ao seu público e as pessoas interagem com a sua marca. Quando essas pessoas são fisgadas pelas nossas CTAs – que podem estar no meio do texto, no final, como uma oferta de e-book, assinatura de newsletter, etc. – elas se transformam em leads.

O meu trabalho com eles é organizá-los conforme as suas preferências e alguns dados estratégicos e colocá-los em um “caminho” automatizado que leva até a venda. Um pouco mais sobre isso à seguir:

Segmentação de Leads e automação de marketing na prática

Na automação de marketing, nem todo mundo tem os mesmos problemas e necessidades. E o momento em que um visitante passa a ser lead é só o primeiro passo dentro da sua jornada.

Na maior parte das vezes, você vai perceber que dá pra separar esses leads em pelo menos em três grupos:

  • Quem nem sabe que tem um problema;
  • Quem sabe, mas ainda não sabe como solucionar;
  • Quem já sabe exatamente como solucionar e está pronto para fechar uma compra;

É aí que iniciamos a automação de marketing. A partir dos dados fornecidos segmentamos os leads de forma que eles passem a receber cada vez mais coisas que sejam importantes para eles, de acordo com o perfil de cada um. E dá pra fazer isso tudo pelo RD Station.

Você concorda comigo que fica bem mais fácil escrever um e-mail quando sabemos do que o destinatário precisa ou o que ele espera?

Claro que vai além disso! A automação de marketing é todo o processo de interação com o consumidor ao longo do funil de vendas. O método é, de longe, a melhor forma de nutrir os seus leads até que eles se tornem clientes e também de se relacionar com eles depois dessa conversão.

Viu como isso é promissor e interessante pro seu negócio?

Mulher escrevendo em folha de papel. Ela está em frente a um notebook.

Uma coisa engraçada é que toda essa história que contei pra vocês pode ser facilmente comparada à própria jornada de compra do inbound. Olha só:

  • Aprendizado e Descoberta: como fui aprendendo aos poucos sobre o marketing, com uma nova perspectiva.
  • Reconhecimento do problema: eu vi que aquele aprendizado poderia ser útil pra mim dentro da agência e também além dela.
  • Consideração da Solução: aos poucos percebi a necessidade de me qualificar para ser capaz de pegar novas responsabilidades nesse sentido, e mostrar que queria saber/fazer mais.
  • Decisão de Compra: tudo isso ocasionou na minha função atual aqui dentro da empresa. Hoje sou responsável por fluxos, análises, geração de relatórios e várias outras coisas.

Bom, a minha vontade é ficar aqui te contando tudo o que eu já aprendi até aqui sobre automação de marketing e como tem sido maravilhoso descobrir as ferramentas do inbound dia após dia – e olha que não é nada comparado à quantidade de coisas que ainda tenho pra aprender, com a ajuda do meu time aqui da Cubo, é claro.

Espero que você tenha gostado, porque pra mim foi um prazer compartilhar esse pedacinho da minha jornada aqui. Fique atento às novidades daqui do blog, porque tem conteúdo novo sempre.

Até a próxima!

Sobre Andressa Vitoria

Analista de Inbound Marketing aqui da Cubo. Nasci para o marketing e nem sabia. Sempre entendi a linguagem como a chave para entender o mundo, e aplico essa filosofia em estratégias de Inbound Marketing, levando a mensagem certa para a pessoa certa